Luminárias Antigas.

Luminária Americana
Luminária Fluorescente de Mesa, Antiga, EUA. Esta não é Minha. Fonte da Imagem: MARGO, EUA, 2017.

Autor: Alberto Federman Neto. AFNTECH, 2019.

Publicado em 13 de Setembro de 2019.

1. INTRODUÇÃO:

Algumas lâmpadas e luminárias minhas, antigas, que consertei, conservo. Algumas, eu restaurei . Estão todas  em uso.

2. CALHA FLUORESCENTE:

Luminária tipo calha aberta, de  chapa de ferro pintada, com duas lâmpadas fluorescentes tubulares de 20 Watts, pinagem T10.

Aceita também fluorescentes novas fininhas, T8, ou antigas, grossas, as T12.

A calha é metálica e antiga, tem uns 30 ou mais anos. Gosto de fluorescentes, por isso preferi restaurar invés de trocar por LED.

Desmontei a luminária, removendo-a do teto.

Substitui os quatro  soquetes antivibratorios, pois os antigos estavam muito oxidados. Usei quatro, de marca Redy, Iguais a estes. São fixados na calha com parafusos e porcas. O padrão é norma internacional Base  Bi Pino G13.

Existem também G13 rotativo ,de encaixe rápido, de rabicho e de encaixe comum.

Troquei também os reatores, substituí o reator duplo (para as duas lâmpadas) por dois individuais, um para cada lâmpada. Se uma queimar, a outra acende. Usei portanto, dois, simples, para uma lâmpada, de marca ECP, que achei no comércio local.

Invés de deixar solto dentro da calha, que é a praxe comum, veja também aqui, eu preferi fixar os reatores na parte interna da calhas, com parafusos e porcas.

Ao remontar a luminária no teto, inserindo no parafuso central de fixação, eu preferi trocar a porca comum, por uma porca borboleta, mais fácil de trabalhar, se eu precisar desmontar.

Também troquei as duas lâmpadas por duas Phillips TL10 Plus ,de  última geração e alta eficiência luminosa e energética.

Uso fluorescentes a muitos anos. Experimentei muitas marcas, e as que mais gosto são Phillips, Osram, Taschibra , Brasfort e Sylvania.

Faz cerca de um ano que essa luminária, na minha cozinha está restaurada e funcionando perfeitamente.

3. FLUORESCENTE CIRCULAR TASCHIBRA:

Outra lâmpada minha. É uma luminária fluorescente antiga (2002) para lâmpada circular de 22 W, Norma tipo T9. Marca Taschibra.

Interessante dela, que apesar de ser de 2002, relativamente nova, ela tem reator embutido nela, mas não é eletrônico, e nem de partida rápida, mas sim, reator eletromagnético convencional com starter, e funciona bem.

Recentemente, troquei a lâmpada original Taschibra, igual a esta, que havia queimado, por uma Brasfort, link 2, por sinal de boa qualidade.

Eis a luminária aqui. Ela ainda estava com a lâmpada original Taschibra, antes dela Queimar.

Na segunda foto, note que dentro do ressalto central inferior, está o reator convencional de transformador. Observe o Starter, acima, no braço de fixação, lado direito.

Ela funciona perfeitamente.

4. LUMINÁRIA FLUORESCENTE DE MESA.

Outra Lâmpada antiga minha. Luminária tipo Abajur de Escritório. 1988. Marca do abajur não identificada.

Essa luminária usa lâmpada PL de dois pinos,  que é uma invenção da Phillips, no começo dos anos 80. Link 2. Atualmente há outros fabricantes, como as  Osram Dulux , de dois pinos. Atualmente a Sylvania junto com a Osram também  as fabricam. Também existem outras marcas, como Ecolume.

Foi um dos primeiros tipos de fluorescente compacta, surgida antes que outros tipos. Quando comprei essa luminária, outros tipos de fluorescentes compactas ainda não existiam.

O reator é do tipo eletromagnético de partida rápida, e fica dentro do tubo metálico do abajur, que é de ferro pintado. Tanto as lâmpadas como os reatores para PL, ainda são fabricados e podem ser achados no comércio.

 

 

 

Lanternas de Pilha Antigas.

Lanterna Antioga da Segunda Guerra.
Lanterna de Pilhas, Usada Pelos Soldados Brasileiros, da Força Expedicionária Brasileira, Durante a Segunda Guerra Mundial. Fonte da Imagem: PINTO, H.M.P., “O Resgate, Força Expedicionária Brasileira”, 2012.

Autor: Alberto Federman Neto. AFNTECH, 2019.

Atualizado em 13 de Setembro de 2019.

1. INTRODUÇÃO:

As primeiras lanternas de pilha foram inventadas em 1896, pelo inventor Inglês David Misell , mas foram comercializadas pela Eveready,    após 1899, inclusive com acusações de quebras de patente. Link 2.

Sejam de LED, sejam de lâmpadas incandescentes miniatura, gosto muito mais de lanternas de pilha, do que de bateria recarregável.Por exemplo, esta é uma lanterna de LED a pilhas.

Isso porque, exceção aos modelos de bateria removível, nas lanternas  de bateria recarregável baratas, essas baterias pequenas de chumbo ácido rápidamente perdem eletrólito e ficam inservíveis. Elas são difíceis de consertar ou trocar a bateria.Veja neste exemplo. Tem muitas lanternas Chinesas dessas baratinhas…. elas são quase descartáveis…

Isso faz com que sua lanterna quase nova, com menos de um ano de uso, já se torne um lixo eletrônico!

Já nas lanternas de pilhas, basta substituir as pilhas, ou usar pilhas recarregáveis, e temos uma lanterna em boas condições de uso, por anos.

Eis as minhas lanternas de pilha, que consertei ou restaurei:

2. LANTERNA PEQUENA:

Esta é uma lanterna pequena, para duas pilhas AA. Daquelas pilhas pequenas comuns.

Eu ganhei ela, e uso sempre com pilhas recarregáveis. É Chinesa. Da marca Sanyi.   2014. Semelhante a estas.

Ela tem luz frontal e também outra luz lateral, o que a faz ótima para uso em conserto de carros ou trocar pneus.

Uma excelente característica é que o corpo dela é feito de Nylon, e não de plástico comum, o que a faz muito forte e resistente.

Eis ela aqui:

Lanterna. Luz Frontal
Lanterna Pequena Sanyi. Luz Frontal
Lanterna Sanyi. Luz Lateral.
Lanterna Pequena Sanyi. Luz Lateral.

Nas fotos, pode-se ver as duas possibilidades de luz.

 

 

 

 

3. LANTERNA EVEREADY:

É  atual, mas é réplica de modelos dos anos 60, de fabricação Americana.

Marca Eveready. Para 3 pilhas, tamanho grande, D. 4.5 Volts. A minha é igual a esta.

Lanternas  de pilha com lâmpadas miniatura, incandescentes, foram muito produzidas, entre os anos 20 a 90, para duas a seis pilhas.

A Eveready é muito antiga, surgiu em 1909, como fabricante de isqueiros, muito antes de se tornar uma fábrica de lanternas, pilhas e baterias.

A minha lanterna não é de plástico e nem de alumínio, e sim de ferro cromado, como outras lanternas antigas da marca Eveready.

Eis ela aqui:

Lanterna Eveready.
Lanterna Eveready Metálica, Para 3 Pilhas D. 4,5 Volts.

 

4. LANTERNA EVEREADY ENERGIZER:

Minha outra lanterna é uma Eveready Energizer, modelo 9450, de 1994.

Ela já contém circuitos eletrônicos. Tem luz frontal incandescente, lâmpada pisca pisca e um inversor para fluorescente de 6 W. com soquete T5.

Eu a consertei e restaurei. Falando em restauro de lanternas, veja o bonito trabalho neste Blog, restaura lanternas e troca as lâmpadas originais por LEDs.

Ela estava  suja e cheia de faltas de contacto. O corpo é feito de acrílico e plástico poliestireno de alto impacto , o que lhe confere excelente resistência.

Lanterna Rayovac Energizer.
Lanterna Eveready Energizer, com Luz Tripla: Spot Focal, Pisca Pisca e Lâmpada Fluorescente.

A fluorescente acende por meio de um inversor eletrônicoLink 2. Um inversor é um tipo de oscilador de alta frequência. Para testar o inversor, aproxime a lanterna ligada de um rádio sintonizado na faixa de AM, Ondas Médias. Se o inversor estiver funcionando, você vai ouvir um “apito, ou chiado” de oscilação regenerativa. Link 2.

Embora a Eveready seja Americana, esta lanterna foi fabricada na China, usando uma patente da Eveready Inglêsa. Esta é igual a minha.

5. LANTERNA STAR 3 CORES:

Lanterna marca Bright Star, EUA. A Bright Star é uma empresa Americana, fundada em 1909, pela imigrante Russa Isadora Koretzky. A Bright Star também fabrica pilhas e baterias. Hoje está unida à companhia Alemã Koehler.

Há uma outra empresa de lanternas, chamada BrightStar, fundada em Taiwan, em 2001.

A lanterna tem 3 côres de Luzes, branca , vermelha e verde.

Eram  usadas no Brasil, pelos “lanterninhas” dos cinemas, profissionais que com uma lanterna,  conduziam e auxiliavam o público a achar as escadas e as cadeiras, na sala escura. Foram muito comuns até os anos 70.

6. PILHAS E LÂMPADAS:

As lanternas de pilha podem empregar eventualmente pilhas AA, Pilhas médias C, mas geralmente usam pilhas grandes, pilhas D. São normas de origem americana (1924), IEC (Link 2) e ANSI, (Link 3) usadas atualmente no mundo todo.

Você pode usar pilhas de zinco-carvão, comuns, ou alcalinas, que durarão mais. Mas eu sempre uso pilhas recarregáveis, que são mais ecológicas, mais sustentáveis.

As pilhas recarregáveis são geralmente fabricadas nos formatos AAA (pilha palito) ou AA (pilha pequena comum) existem carregadores para pilhas C e D, mas eles são caros.

Por isso, você tem de usar adaptadores para pilhas tamanho D. Existem  para uma ou duas pilhas AA.

Mas para lanternas, que tem consumo de energia relativamente alto, sugiro que você compre os  adaptadores que associam 3 pilhas AA em paralelo ( em série,  a tensão aumenta, mas em paralelo, a tensão de 1,2 volts, se mantém).

Os meus são desse tipo. Três ou quatro adaptadores. Basta encaixar 3 pilhas AA carregadas, em cada um deles. Total de nove pilhas, para minha lanterna do Item 3.

 

Adaptador 3 AA para D.
Meus Adaptadores. 3 Pilhas AA para Tamanho D.

Para você restaurar suas lanternas antigas, necessitará também de lâmpadas de lanterna, incandescentes miniatura tipo “pingo d’água”.

São fabricadas com soquetes E10 (Edison 10) ou P13s, em várias voltagens (cerca de 1, 2.53, 4.5 , 6 volts). Link 3. Link 4.

Atenção, observar ao trocar uma lâmpada de lanterna. As pilhas de zinco-carvão e as alcalinas, tem tensão de 1,5 Volts. Já, as recarregáveis, tem tensão de 1,2 Volts. Portanto, se você tiver uma lanterna de três pilhas e ela tinha lâmpada de 4,5 Volts, para usar com pilhas recarregáveis, você deve substituir a lâmpada de 4,5 Volts por uma de 3 ou de 3.6 volts. do contrário, terá a luz da lanterna um pouco reduzida.

 

 

 

Aparelhos e Utensílios Gerais, que Podem ser Usados no Laboratório.

Ramequim
Um Ramequim. Pode ser Usado em Laboratório, como Cápsula de Porcelana ou Cristalizador. Fonte da Imagem, Mercado Livre.

Autor: Alberto Federman Neto, AFNTECH.

Atualizado e ampliado em 8 de Julho de 2019.

Antigamente, muitos equipamentos e instrumentos de tecnologia, eram especiais para laboratórios químicos e custavam bem caro!

Mas agora, muitos pequenos aparelhos, apetrechos e objetos existem, feitos para usar nas casas e nas cozinhas,  de baixo ou moderado custo, e perfeitamente utilizáveis em laboratórios amadores, e até profissionais.

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Estudos Sobre o Sal de Chevreul e Compostos Relacionados.

Sal de Chevreul.
Cristais Vermelhos de Sal de Chevreul, Vistos ao Microscópio.

Autor: Alberto Federman Neto, AFNTECH.

Atualizado em 14 de Junho de 2019.

Embora eu já tenha publicado neste Blog, um Artigo sobre outros compostos de cobre, o Sal de Chevreul tem aspectos interessantes e diferentes, que justificam estudá-lo em separado.

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